Coordenadora de produção e realizadora
Artista interdisciplinar, das imagens e do corpo em movimento. Faz cinema autorreferencial e artesanal e provoca performances. Co-diretora do filme premiado "à beira do planeta mainha soprou a gente" (2020). Realizadora e produtora do Cineclube Violeta. Integro a PIRA, onde sou orientadora cênica da body art performance "Bicho Que Assopra" (2023-Atual). Dirigi os espetáculos performáticos "O Grito das Passaranhas" (2016) e "Correnteza" (2019). No cinema e audiovisual atuo majoritariamente nas áreas de edição, montagem, fotografia e produção.
Produtora Executiva e realizadora
Diana Reis é mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas pelo Póscom/UFBA, e tem especialização em Direção de Fotografia (2022) e Color Grading (2024) pelo Ateliê Bucareste de Cinema.
Possui experiência em produção executiva e coordenação de produção. Em 2025 coordenou o Laboratório Universitário do NordesteLab; entre 2018 e 2024 foi Produtora Assistente do Panorama Internacional Coisa de Cinema (Salvador-BA); entre 2024 e 2025 foi assistente de pesquisa para o longa documental em desenvolvimento E o Cinema Jorrou na Bahia (Diego Arvate e Gabriela Mafud); em 2024 foi Diretora de Produção do III Festival Mimoso de Cinema (Luís Eduardo Magalhães-BA); em 2023, Coordenadora de Curadoria da Mostra de Cinema Infantil SACI (Curitiba-PR) e Produtora Assistente da Mostra Luz Mágica em 2021. Foi Assistente de Direção no curta Recessão Econômica (2024), de Antonio Victor Simas, e Assistente de Produção Executiva no longa A Mensageira (2022) de Cláudio Marques.
Curadora
Doutoranda em Crítica Cultural (PósCrítica/UNEB), mestre em Cinema (PPGCine/UFF) e graduada em Rádio e TV (UESC). Documentarista, pesquisadora, montadora e curadora.
Diretora do Pé de Mangue Audiovisual. Produtora executiva do Cineclube Zoinho. Dirigiu O Lado de Cima da Cabeça (2014), Como Somos (2015), O Dia que Resolvi Voar (2019) e Em busca da riqueza (quase) esquecida (2025). Liderou o projeto “Francisca Luís” com financiamento do programa “Rumos Itaú Cultural” (2023-2024). Atua na curadoria de cineclubes, mostras e festivais. Fui diretora de fotografia do longa-metragem "Corpos Invisíveis" de Quézia Lopes, pesquisadora e assistente de direção do filme "Red de Mujeres Negras", pesquisadora na série "Lugar de Fala - Salvador". Curadora no Festival de Cinema Baiano - FECIBA 2021, da Mostra de Cinema Negro EGBE 2021, Cineclube Zoinho (2024 - 2025) e Cineclube Violeta (2024 - 2026).
Curadora
Naiade Bianchi é fotógrafa e artista visual. Mestre em Cultura e Sociedade pela UFBA, onde pesquisou as construções de lesbianidades no cinema brasileiro. Utiliza a arte e a pesquisa como ferramenta de ativismo e expressão. Explora temas de identidade, gênero e expressão corporal, reforçando sua conexão com as narrativas lésbicas e a diversidade.. Em sua trajetória, colaborou com a cobertura de eventos artísticos e culturais e performances. Esteve envolvida na produção, curadoria e apresentações sobre produções audiovisuais.
Programadora Visual
Designer gráfica no estúdio de design "Cavalo". Elabora conceitos, cria identidades e desenvolve a programação visual de projetos. Criou as identidades visuais para as séries de TV "Fronteiras", "Da Manga Rosa", os longas-metragens "Reggae e Resistência", ‘"MOA Raiz Afro Mãe", "Axé, Irmãos", "Quitéria"; "O Amor dentro da câmera"; "Cinema de Amor"; "Dr. Ocride" e diversos curtas metragens. Também foi responsável pela gestão e produção de conteúdo "Panorama Internacional Coisa de Cinema", 2016 – 2017; "A Cidade do Futuro", 2017. Ademais, foi membro da equipe de Arte e Cenografia do longa ‘’Guerra de Algodão’’, 2017.